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quinta-feira, 22 de maio de 2008
UMA VIAGEM AO PAÍS DE TIO SAM.
Eu guardava um sonho de um dia, poder conhecer outro país. Eis que em 1998, pintou uma grande oportunidade de viajar, para os Estados Unidos. Fiquei maravilhado ao ter esta oportunidade palpável de poder conhecer o país de tio SAM. E justamente para onde eu tinha muita vontade de viajar, que era Miami e Orlando. Todo o roteiro da viagem fora realizado por uma agência de viagens de Natal. Ao todo, éramos quase trinta casais.
Assim viajamos no início de dezembro daquele 1998. Vôo direto Natal/São Paulo/Miami. Medroso, principalmente para voar, não consegui dormir. A todo momento, acompanhava a viagem. Por volta de duas horas da madrugada, enfrentamos fortes turbulências. Confesso, que já estava pronto para adentrar à eternidade. Que coisa!. Mas, graças a Deus, aterrissamos de manhã, cedinho, no aeroporto de Miami. Pude ver logo o grande movimento de pousos e decolagens daquele aeroporto internacional. Ao me deslocar aos banheiros, presenciei logo a limpeza e organização.
Foram quinze dias maravilhosos em Miami, onde além de várias compras de equipamentos de ultima geração, podemos conhecer a cultura daquele grandioso país. Tudo muito organizado. A tecnologia domina tudo. Impressionante que o câmbio naquele momento era muito favorável. O Dólar custava exatamente um real. O que achei incrível, foi a facilidade que alguns colegas de viagem tiveram para abrir contas num banco em Miami. Tudo descomplicado, sem nenhuma burocracia. Vi que estes colegas já saíram com o talão de cheques no bolso. Na viagem entre Miami e Orlando, não lembro bem o nome da avenida, era alguma coisa parecida com Turneypike, eu tive um enorme susto, ao se aproximar um carro da polícia. Estávamos estacionados e aquele carrão parou logo atrás de nossa van. Dele saíram dois policiais, fortes e grandalhões. Parecia mais filme americano. Era quase isso, pelo menos estávamos em solo americano. Eu gelei. Só que eles chegaram, educadamente e perguntaram: “Do you need some help? Entendi que perguntavam se precisávamos de alguma ajuda. Agradecemos e eles foram saindo quando ainda ouvi: “Have a good trip” Nunca mais esqueci aquela cena.
Tive grande emoção ao conhecer a Disney, mais precisamente ao chegar em frente a Universal Studio. Lembro que próximo ao Natal, daquele ano, fazia muito frio. Em torno de 8 graus. À noite vimos nevar em Orlando. Tudo realmente muito bonito. Mas para dormir ligávamos o aquecedor no hotel. Muitos casais da nossa comitiva retornaram para o Brasil. Eu e minha esposa ainda ficamos mais oito dias em Miami. Tive oportunidade ainda de visitar o Down town, o Saw grass,um grande shopping e o Best buy. Eu que sou gamado em computadores, imagine o prazer que tive ao visitar a Computer USA. Uma beleza. O que mais me maravilhou ali naquela cidade, foi o respeito que há pelo cidadão. Exemplo: Achei magnífico ver o carro parando, mesmo sem sinal, ao tentarmos atravessar a rua. Gostei. Pertinho do natal daquela ano, voltamos para o Brasil. Tive um prazer inusitado em conhecer outro país, mas a alegria maior, foi chegar, à noite, naquele gigantesco aeroporto de Miami e poder fazer meu check-in para voltar para o Brasil. Foram momentos inesquecíveis aqueles vivenciados na terra de Tio Sam.
quinta-feira, 13 de março de 2008
NOSSO MUNDO PIROU !
Escrevi um soneto com este mesmo tema: Mundo moderno. Todavia não deu para extravasar tudo em quatorze versos.
O nosso mundo moderno está pirado mesmo! Os poderosos tentam mudar os costumes e valores da sociedade consumidora. A sutileza é tamanha, que se não cuidarmos, seremos massa de manobra e entraremos na onda deles. A máxima agora é uma só: Pagando bem, que mal tem? O dinheiro pode tudo: Posar nua e fazer filme pornô. A mídia bate tantas vezes na mesma tecla: beleza, beleza, que termina parecendo a melhor coisa do mundo.
Roubar pode, envelhecer não! O maior pilantra, se for bem sucedido, é exemplo de sucesso. Conselho de idoso é idiotice. Ética, pudor e sentimentos são meras bobagens. Estes são os conceitos válidos numa sociedade de valores corrompidos.
Os sentimentos são atropelados. Não importam a leitura, o saber e a cultura. Beleza só exterior. A beleza fabricada fala tão forte, que muitas jovens inditosas morrem com lipo-aspirações mal sucedidas. Outras, no sonho de se profissionalizarem modelo, terminam como bulímicas e anoréxicas.
A parte mais bela e feminina da mulher é recheada com silicone, ficando como duas bolas de encher, sem falarmos nos sérios problemas de saúde que advirão com o tempo.
Filhos recém nascidos certamente não mamarão mais, para não comprometer a beleza da mãe. E os casos de câncer de mama aumentam a cada dia.
Nossa cidadania está ferida. Os jovens não têm interesse pela política. O patriotismo está esfriando.
Vamos acordar, chamar alguém para debater o assunto. Nosso mundo precisa primar pela busca de valores voltados para a vida saudável com lazer, cultura e cidadania.
Precisamos reconhecer que há um Deus, criador dos céus e da terra, que é soberano e cheio de amor e justiça.
Carecemos enfim, reconhecer que a família não pode ser desestruturada, sob pena de termos uma sociedade combalida.
Assim não dá. O nosso mundo pirou...
Arnaud Amorim
O nosso mundo moderno está pirado mesmo! Os poderosos tentam mudar os costumes e valores da sociedade consumidora. A sutileza é tamanha, que se não cuidarmos, seremos massa de manobra e entraremos na onda deles. A máxima agora é uma só: Pagando bem, que mal tem? O dinheiro pode tudo: Posar nua e fazer filme pornô. A mídia bate tantas vezes na mesma tecla: beleza, beleza, que termina parecendo a melhor coisa do mundo.
Roubar pode, envelhecer não! O maior pilantra, se for bem sucedido, é exemplo de sucesso. Conselho de idoso é idiotice. Ética, pudor e sentimentos são meras bobagens. Estes são os conceitos válidos numa sociedade de valores corrompidos.
Os sentimentos são atropelados. Não importam a leitura, o saber e a cultura. Beleza só exterior. A beleza fabricada fala tão forte, que muitas jovens inditosas morrem com lipo-aspirações mal sucedidas. Outras, no sonho de se profissionalizarem modelo, terminam como bulímicas e anoréxicas.
A parte mais bela e feminina da mulher é recheada com silicone, ficando como duas bolas de encher, sem falarmos nos sérios problemas de saúde que advirão com o tempo.
Filhos recém nascidos certamente não mamarão mais, para não comprometer a beleza da mãe. E os casos de câncer de mama aumentam a cada dia.
Nossa cidadania está ferida. Os jovens não têm interesse pela política. O patriotismo está esfriando.
Vamos acordar, chamar alguém para debater o assunto. Nosso mundo precisa primar pela busca de valores voltados para a vida saudável com lazer, cultura e cidadania.
Precisamos reconhecer que há um Deus, criador dos céus e da terra, que é soberano e cheio de amor e justiça.
Carecemos enfim, reconhecer que a família não pode ser desestruturada, sob pena de termos uma sociedade combalida.
Assim não dá. O nosso mundo pirou...
Arnaud Amorim
sábado, 2 de fevereiro de 2008
CHAMEM OS BOMBEIROS, MOSSORÓ ESTÁ QUEIMANDO!
Quando eu morava em Mossoró e estava acostumado com sua ardente quentura, achava uma bobagem de minhas filhas, que haviam casado e residiam fora, reclamarem a todo instante, do calor de Mossoró. Até ralava com elas. Outro dia, minha concunhada, chegando de Fortaleza, sugeriu que colocasse uma central de refrigeração lá em casa. Já pensou? Até chamei-a de tola. E é porque morávamos no grande alto de São Manoel, onde à noite, corre uma brisa gostosa.
Parece que quando a gente está fora do jogo, tem uma visão melhor do que ocorre dentro de campo. Resido em Fortaleza, que em determinados locais e horários, também é quente. Mas, no geral, sentimos o ar gostoso que vem correndo por sobre o atlântico. Repetimos a frase centenária e aconchegante: “É um tibau !”.
Queremos, contudo, conclamar as autoridades daquela terra tão boa e hospitaleira, para este grave problema. Calor escaldante. Mossoró está pegando fogo!. Trabalhei muito tempo em padaria e sei o que é um forno quente. O sol projeta raios em ângulo reto sobre aquela boa terra. O vento pára e a cidade esquenta. O asfalto treme e chora, só falta pegar fogo. Já falaram que se alguém quebrar um ovo e jogá-lo no asfalto, ele frita ali mesmo. O calor é abrasador e insuportável. Já li outros filhos de Mossoró, que residem fora, que amam e torcem por esta terra, baterem nesta mesma tecla. Ótimo, façamos coro!
Será que as autoridades, as empresas de projeção da cidade, os poderes constituídos ali e os políticos, não acordaram para isto? Para piorar a situação, resolveram plantar carnaúbas nos canteiros centrais de algumas avenidas. Transplante trabalhoso e caro de carnaubeiras adultas. Certo, que simbolizam e embelezam a região. Mas não fazem sombra. Por que não plantaram árvores frondosas? Mossoró tem terra boa, tem água. O que está faltando? Seria vontade política ou conscientização do povo? Alô, prefeita, faça isso, arborize nossa querida cidade e vossa excelência jamais perderá uma campanha, além de, cada vez mais, ter seu nome escrito no coração do povo e nos anais da história desta centenária metrópole.
Uma cidade que está crescendo agora num ritmo veloz. Tantas torres ali construídas. Mossoró toma aspecto de cidade grande. Bom teatro, shopping moderno, mas tem muito asfalto e poucas árvores. Precisa agora, ontem, urgentemente, de árvores. De sombra. Muitas árvores, na cidade toda, em todas as praças, quintais e canteiros. Ai sim, a escaldante temperatura seria debelada.
Que tal uma campanha, pelos canais de Tv, pelos rádios e jornais?. Plante uma árvore. Cadê Emery? Escreve tão bem, excelente cronista! Vamos gritar, sòmente quando gritamos, alguém escuta. Eu vi ruas em Mossoró, onde os próprios moradores cuidam dos canteiros da rua em frente. Excelente idéia! Existe na cidade um horto florestal, que muito pode fazer num projeto de arborização.
Algo precisa ser feito neste sentido, urgentemente, para esfriar a cidade, incrementar o turismo e para o bem deste povo tão receptivo e ao mesmo tempo tão quente de calor humano.
Ou seremos obrigados a chamar os Bombeiros: Venham urgentes. Mossoró está queimando!
Arnaud Amorim
Parece que quando a gente está fora do jogo, tem uma visão melhor do que ocorre dentro de campo. Resido em Fortaleza, que em determinados locais e horários, também é quente. Mas, no geral, sentimos o ar gostoso que vem correndo por sobre o atlântico. Repetimos a frase centenária e aconchegante: “É um tibau !”.
Queremos, contudo, conclamar as autoridades daquela terra tão boa e hospitaleira, para este grave problema. Calor escaldante. Mossoró está pegando fogo!. Trabalhei muito tempo em padaria e sei o que é um forno quente. O sol projeta raios em ângulo reto sobre aquela boa terra. O vento pára e a cidade esquenta. O asfalto treme e chora, só falta pegar fogo. Já falaram que se alguém quebrar um ovo e jogá-lo no asfalto, ele frita ali mesmo. O calor é abrasador e insuportável. Já li outros filhos de Mossoró, que residem fora, que amam e torcem por esta terra, baterem nesta mesma tecla. Ótimo, façamos coro!
Será que as autoridades, as empresas de projeção da cidade, os poderes constituídos ali e os políticos, não acordaram para isto? Para piorar a situação, resolveram plantar carnaúbas nos canteiros centrais de algumas avenidas. Transplante trabalhoso e caro de carnaubeiras adultas. Certo, que simbolizam e embelezam a região. Mas não fazem sombra. Por que não plantaram árvores frondosas? Mossoró tem terra boa, tem água. O que está faltando? Seria vontade política ou conscientização do povo? Alô, prefeita, faça isso, arborize nossa querida cidade e vossa excelência jamais perderá uma campanha, além de, cada vez mais, ter seu nome escrito no coração do povo e nos anais da história desta centenária metrópole.
Uma cidade que está crescendo agora num ritmo veloz. Tantas torres ali construídas. Mossoró toma aspecto de cidade grande. Bom teatro, shopping moderno, mas tem muito asfalto e poucas árvores. Precisa agora, ontem, urgentemente, de árvores. De sombra. Muitas árvores, na cidade toda, em todas as praças, quintais e canteiros. Ai sim, a escaldante temperatura seria debelada.
Que tal uma campanha, pelos canais de Tv, pelos rádios e jornais?. Plante uma árvore. Cadê Emery? Escreve tão bem, excelente cronista! Vamos gritar, sòmente quando gritamos, alguém escuta. Eu vi ruas em Mossoró, onde os próprios moradores cuidam dos canteiros da rua em frente. Excelente idéia! Existe na cidade um horto florestal, que muito pode fazer num projeto de arborização.
Algo precisa ser feito neste sentido, urgentemente, para esfriar a cidade, incrementar o turismo e para o bem deste povo tão receptivo e ao mesmo tempo tão quente de calor humano.
Ou seremos obrigados a chamar os Bombeiros: Venham urgentes. Mossoró está queimando!
Arnaud Amorim
A AVAREZA É UM MAL TERRIVEL
A avareza é uma das maiores sandices dos seres humanos. Os avarentos se fecham em seu mundo particular, procurando amealhar cada vez mais. Na arrogância que lhes é própria, eles abrem a camisa e empinam o peito, muitas vezes, deixando à mostra, seus grossos e caros cordões de ouro e prata. Como se pronunciassem numa voz inaudível sua frase característica: “Eu sou o tal !”. Sua sede por juntar cada vez mais é tão grande, que se isolam, se omitem e se distanciam de seus pretensos amigos e até de seus parentes. Vêem seus familiares, muitas vezes, sofrendo a penúria da necessidade e não se prontificam em nada. Mesmo que sejam as prementes necessidades de uma súbita enfermidade. Não. Não podem ajudar. Valem mais suas somas, seus bens e suas vultosas poupanças. Há aqueles que têm uma esganação tão grande pelo vil metal, que sentem um extremado prazer em surrupiar mais um tolo, através do ganho fácil e da usura. Parece que são moldados pelos malefícios das trevas do mal. Sentem um prazer desmedido em dizerem, impávidos: “ Tenho, não. Fica ruim prá mim. Mas se quiser pegar a vinte por cento, arranje avalistas que empresto.” Ou cheios de empáfia e altivez, sentam-se em mesas dos melhores bares, à procura de quem lhes pague a maldita dose, para depois, manifestarem seus últimos e suspeitos negócios: “ Hoje eu peguei mais um besta”. Desandam seus causos vantajosos, de forma linguaruda e arrogante. E os acompanham com grandes e bestiais gargalhadas.
Muitos ostentam no pedestal maldito do orgulho, sua avareza desmedida. Muitas vezes, é pela mansão que compraram, aproveitando a situação difícil de algum pobre coitado, vitimado pelas necessidades da vida. Ou pela aquisição do último modelo de um corola automático. Eles estacionam no sinal, com uma pose infalível. Têm prazer em mostrar que são poderosos. Omitem que sejam orgulhosos e avarentos.
Jesus, o mais humilde e manso dos homens, embora sendo o filho de Deus vivo, jogou duro com o avarento jovem rico. Jesus ordenou que ele vendesse todos os seus bens e distribuísse todo o dinheiro entre os pobres. Esta era a única opção para aquele jovem ganhar a vida eterna. Há pessoas que pensam que esta condição é generalizada. Ledo engano. Jesus agiu desta forma naquela circunstância, porque, como Deus, conhecia o coração daquele jovem. E a Bíblia diz que aquele jovem se afastou triste, porque possuía muitas propriedades e não acolhera a proposta de Jesus.
Se os avarentos saíssem de seu estado de indefectível cegueira e entendessem que nada trouxemos para este mundo e que daqui, nada levaremos, talvez mudassem de atitude.
Mas eles pensam, no recôndito de seus corações perversos, que seus bens são perpétuos. Acham que suas mansões ficarão de geração em geração. Até dão seus nomes às suas propriedades. Que grande estultícia! Nada levarão consigo. Suas riquezas, tão mesquinhamente amealhadas, ficarão para o regozijo e volúpia de quem as jogará fora, porque recebera como ganho fácil. Podem ligar as bombas mais potentes, ou utilizarem da mais moderna tecnologia, mas não há jeito de nada levarem daqui. Tudo será corroído pelas traças.
Como seria bom se os avarentos compreendessem que o amor exacerbado ao dinheiro é a raiz de todos os males. Muitos que mergulham nesta cegueira e querem ficar cada vez mais ricos, caem em muitas tentações e grandes ciladas, que muitas vezes os levam à ruína.
Não, Vamos todos praticar o bem, ajudar aos necessitados! Vamos matar a fome, dentro de nossas limitações, de tantos famintos. Sejamos ricos, sim, mas de boas obras! Sejamos generosos em repartir. Não depositemos nossa confiança na instabilidade das riquezas, que são passageiras, mas nos grandes tesouros, que são os sólidos fundamentos para o nosso futuro, com Deus.
Arnaud Amorim
Muitos ostentam no pedestal maldito do orgulho, sua avareza desmedida. Muitas vezes, é pela mansão que compraram, aproveitando a situação difícil de algum pobre coitado, vitimado pelas necessidades da vida. Ou pela aquisição do último modelo de um corola automático. Eles estacionam no sinal, com uma pose infalível. Têm prazer em mostrar que são poderosos. Omitem que sejam orgulhosos e avarentos.
Jesus, o mais humilde e manso dos homens, embora sendo o filho de Deus vivo, jogou duro com o avarento jovem rico. Jesus ordenou que ele vendesse todos os seus bens e distribuísse todo o dinheiro entre os pobres. Esta era a única opção para aquele jovem ganhar a vida eterna. Há pessoas que pensam que esta condição é generalizada. Ledo engano. Jesus agiu desta forma naquela circunstância, porque, como Deus, conhecia o coração daquele jovem. E a Bíblia diz que aquele jovem se afastou triste, porque possuía muitas propriedades e não acolhera a proposta de Jesus.
Se os avarentos saíssem de seu estado de indefectível cegueira e entendessem que nada trouxemos para este mundo e que daqui, nada levaremos, talvez mudassem de atitude.
Mas eles pensam, no recôndito de seus corações perversos, que seus bens são perpétuos. Acham que suas mansões ficarão de geração em geração. Até dão seus nomes às suas propriedades. Que grande estultícia! Nada levarão consigo. Suas riquezas, tão mesquinhamente amealhadas, ficarão para o regozijo e volúpia de quem as jogará fora, porque recebera como ganho fácil. Podem ligar as bombas mais potentes, ou utilizarem da mais moderna tecnologia, mas não há jeito de nada levarem daqui. Tudo será corroído pelas traças.
Como seria bom se os avarentos compreendessem que o amor exacerbado ao dinheiro é a raiz de todos os males. Muitos que mergulham nesta cegueira e querem ficar cada vez mais ricos, caem em muitas tentações e grandes ciladas, que muitas vezes os levam à ruína.
Não, Vamos todos praticar o bem, ajudar aos necessitados! Vamos matar a fome, dentro de nossas limitações, de tantos famintos. Sejamos ricos, sim, mas de boas obras! Sejamos generosos em repartir. Não depositemos nossa confiança na instabilidade das riquezas, que são passageiras, mas nos grandes tesouros, que são os sólidos fundamentos para o nosso futuro, com Deus.
Arnaud Amorim
domingo, 20 de janeiro de 2008
PAVOR DAS DOENÇAS
Basta uma dorzinha no peito, ou mesmo uma sensação desagradável no estômago, lá vem o medo danado das doenças, cujo catálogo de nomes é interminável, até barrar de forma estarrecedora no terrível CA. Na mulher este mal temível atinge o que ela tem de mais belo e que exprime toda sua feminilidade, suas mamas. No coitado do homem, mexe com seu ponto crucial, de tão desconfortáveis exames: a próstata. Também é órgão demais. Por que Deus não reduziu um pouco a quantidade deles? Fígado, pâncreas, pulmões, coração, tireóide, trompas, vesícula, útero, ...arre lá!. Acho que teria sido melhor Deus ter optado por órgãos multifuncionais. Ou poderia nos ter dado dois corações e dois cérebros, a exemplo do que fez com nossas narinas, rins, pulmões, ouvidos e olhos. O segundo cérebro poderia ser até na caixa torácica, pertinho do segundo coração. Talvez as emoções misturadas junto a razão, fossem melhor ponderadas e nossas decisões poderiam ser tomadas de maneira mais eficiente.
Já pensou na tranquilidade de poder sobreviver a um ataque cardíaco, trombose ou mesmo a um AVC?
Claro, que são apenas elucubrações minhas. Não quero questionar nada da perfeita criação de Deus, que é justo, sábio e perfeito em tudo que criou.
No tempo de meus pais, era raro um caso de câncer. Hoje o sinal vermelho de alerta está aceso. Basta darmos uma olhada nos hospitais desta fatídica doença, ou visitarmos algum centro de oncologia para vermos que a quantidade de cancerosos aumentou.
Qual seria o motivo deste aumento de casos? Seria alimentação de produtos enlatados, com conservantes químicos? Os terríveis agrotóxicos de nossas frutas e verduras ? Ou os hormônios aplicados nos animais de corte, que fornecem as carnes que comemos?
Na fazenda onde fui criado, comíamos o feijão de corda do baixio, arroz plantado na vazante e descascado no pilão. Os animais comiam o pasto sadio das mangas. As galinhas, o milho natural de espigas apanhadas do roçado e antes de irem para a panela, passavam um tempo, presas no chiqueiro.
As frutas amadureciam no pé. Você já comeu uma banana maçâ amadurecida na bananeira?
Mamãe e duas irmãs, tiveram sessenta filhos, ali na mesma fazenda, morando, as três, num tripè, em torno do açude principal, naquele ambiente saudável. Todos criados neste mesmo paraíso. Ali havia saúde para dar e vender.
Algo está errado. E quem quiser ter uma vida de mais qualidade e mais longa, prime por uma alimentação mais natural. Francisco da AMAMOS e Gilbamar de Oliveira que o digam.
Já pensou na tranquilidade de poder sobreviver a um ataque cardíaco, trombose ou mesmo a um AVC?
Claro, que são apenas elucubrações minhas. Não quero questionar nada da perfeita criação de Deus, que é justo, sábio e perfeito em tudo que criou.
No tempo de meus pais, era raro um caso de câncer. Hoje o sinal vermelho de alerta está aceso. Basta darmos uma olhada nos hospitais desta fatídica doença, ou visitarmos algum centro de oncologia para vermos que a quantidade de cancerosos aumentou.
Qual seria o motivo deste aumento de casos? Seria alimentação de produtos enlatados, com conservantes químicos? Os terríveis agrotóxicos de nossas frutas e verduras ? Ou os hormônios aplicados nos animais de corte, que fornecem as carnes que comemos?
Na fazenda onde fui criado, comíamos o feijão de corda do baixio, arroz plantado na vazante e descascado no pilão. Os animais comiam o pasto sadio das mangas. As galinhas, o milho natural de espigas apanhadas do roçado e antes de irem para a panela, passavam um tempo, presas no chiqueiro.
As frutas amadureciam no pé. Você já comeu uma banana maçâ amadurecida na bananeira?
Mamãe e duas irmãs, tiveram sessenta filhos, ali na mesma fazenda, morando, as três, num tripè, em torno do açude principal, naquele ambiente saudável. Todos criados neste mesmo paraíso. Ali havia saúde para dar e vender.
Algo está errado. E quem quiser ter uma vida de mais qualidade e mais longa, prime por uma alimentação mais natural. Francisco da AMAMOS e Gilbamar de Oliveira que o digam.
NOSSAS DIFERENÇAS
Nunca vi, em toda minha vida um casal tão diferente, como eu e minha esposa. Eu sou brabo como um siri dentro de uma lata. Ela é mansa como uma graúna de vinte anos de gaiola. Mansa? Tolice. Não existe mulher mansa. Prá mim, parir um filho, em parto normal, é a maior prova de brabeza, virilidade e coragem que uma mulher pode demonstrar. Coloquei até prerrogativas masculinas, de propósito, somente para exacerbar este ato tão heróico e grandioso.
Ela é apressada eu sou lento como uma lesma . Eu sou grosso como um animal coiceiro, ela é meiga como a pétala de uma flor. Ela é calada como uma parede, eu sou barulhento como um camelô de feira. Eu sou igual a um esmeril, como muito, ela belisca. Ela adora uma novela que eu detesto, eu já gosto de uma boa reportagem, um jornal, ou mesmo um bom debate, os quais ela nem olha. Ela é muito prendada, cozinha maravilhosamente e faz uma comidinha muito gostosa. Eu só sei comer. Sou perfeccionista, ela não. Ela é, digamos, um pouco mais gastadeira, eu sou mais seguro.
Gosto de um som alto, o qual ela não tolera.
Sou corajoso ela é medrosa. Não consigo encontrar nem meus utensílios, carteira, cartóes, caneta... só ela encontra tudo. Ela é mulher, eu sou homem. Eu sou chato ela é um doce.
Somos assim tão diferentes, por isso estamos casados há 41 anos e partilhamos de uma vida plena de respeito e clarividência, como ângulos complementares que, juntos, perfazem os trezentos e sessenta graus do circulo do amor.
Contudo, há valores que os temos de forma equânime. Ambos primamos pela verdade, fidelidade e honradez. Somos humildes para pedir perdão quando erramos e grandiosos para perdoar, quando conclamados a fazê-lo. E conclamamos logo, sem permitir que o sol se ponha sobre algum rancor.
Por isso somos árvores plantadas junto ao ribeiro das águas, cujas folham não murcham e somos bem sucedidos em tudo que fazemos.
Arnaud Amorim
Ela é apressada eu sou lento como uma lesma . Eu sou grosso como um animal coiceiro, ela é meiga como a pétala de uma flor. Ela é calada como uma parede, eu sou barulhento como um camelô de feira. Eu sou igual a um esmeril, como muito, ela belisca. Ela adora uma novela que eu detesto, eu já gosto de uma boa reportagem, um jornal, ou mesmo um bom debate, os quais ela nem olha. Ela é muito prendada, cozinha maravilhosamente e faz uma comidinha muito gostosa. Eu só sei comer. Sou perfeccionista, ela não. Ela é, digamos, um pouco mais gastadeira, eu sou mais seguro.
Gosto de um som alto, o qual ela não tolera.
Sou corajoso ela é medrosa. Não consigo encontrar nem meus utensílios, carteira, cartóes, caneta... só ela encontra tudo. Ela é mulher, eu sou homem. Eu sou chato ela é um doce.
Somos assim tão diferentes, por isso estamos casados há 41 anos e partilhamos de uma vida plena de respeito e clarividência, como ângulos complementares que, juntos, perfazem os trezentos e sessenta graus do circulo do amor.
Contudo, há valores que os temos de forma equânime. Ambos primamos pela verdade, fidelidade e honradez. Somos humildes para pedir perdão quando erramos e grandiosos para perdoar, quando conclamados a fazê-lo. E conclamamos logo, sem permitir que o sol se ponha sobre algum rancor.
Por isso somos árvores plantadas junto ao ribeiro das águas, cujas folham não murcham e somos bem sucedidos em tudo que fazemos.
Arnaud Amorim
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