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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Tudo se transforma

Um dos maiores problemas do planeta Terra é a produção de lixo. Ele não serve para nada, certo? Nada disso. Tudo aquilo que jogamos fora pode ser reaproveitado. Os restos de alimentos são adubos naturais: quando cascas, folhas e outros restos de alimentos são enterrados, eles se decompõem em matéria orgânica e alimentam as plantas.

O lixo sintético (isto é, aquele que não é natural) também não é simplesmente sucata. Ele pode ser separado e reaproveitado por um processo chamado reciclagem.

Papéis, plásticos, vidros e lata são materiais que podem ser reutilizados.

Por exemplo, podemos separar os copos de iogurte, as garrafas e as latinhas de refrigerante, os papéis das embalagens de doces e levar tudo isso para os grandes latões de lixo reciclável que existem espalhados pela cidade.

Se reciclar é legal, aproveitar é melhor ainda! Você sabia que o desperdício de alimentos do Brasil é um verdadeiro tesouro jogado fora? Não?

Leia em Comentários COMIDA JOGADA FORA

Arnaud Amorim

Comida jogada fora


O Brasil, país de 46 milhões de famintos, perde cerca de 35% de todas as frutas e verduras que produz. Estudos da Embrapa mostram que o custo do alimento não aproveitado é alto.

Os índices de desperdício de alimentos no Brasil, um país com 46 milhões de famintos, batem recordes mundiais. Estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Centro de Agroindústria de Alimentos mostra que o brasileiro joga fora mais do que aquilo que come. Em hortaliças, por exemplo, o total anual de desperdício é de 37 quilos por habitante. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, nas dez maiores capitais do Brasil, o cidadão consome 35 quilos de alimentos ao ano — dois a menos do que o total que joga no lixo. ‘‘Num país com tantos famintos como é o Brasil, esse desperdício é inadmissível’’, avalia o químico industrial e responsável pela pesquisa, Antônio Gomes.

O trabalho de Gomes e outros estudos brasileiros evidenciam que a média de desperdício de alimentos no Brasil está entre 30% e 40%. Nos Estados Unidos, esse índice não chega a 10%. Não há estudos conclusivos que determinem o desperdício nas casas e nos restaurantes, mas estima-se que a perda no setor de refeições coletivas chegue a 15% e, nas nossas cozinhas, a 20%.

A perda de alimentos, na maioria das vezes, ocorre por despreparo das pessoas do ramo da agroindústria e dos consumidores. Na hora da colheita, a uva é arremessada lá do alto da parreira para o chão, sem amortecedor. No transporte, as bananas vêm amassadas pelas caixas de madeira empilhadas umas sobre as outras. Nos centros atacadistas, os abacaxis que vieram amontoados nos caminhões continuam amassados no balcões de venda.

Nos mercados, os consumidores (em especial as mulheres) amassam a cebola com as mãos, enfiam a unha no chuchu e quebram a ponta da vagem para checar se o produto tem qualidade. Se o alimento não agradar à exigente compradora, o destino da cebola, do chuchu ou da vagem é o lixo. Ninguém vai querer uma comida amassada ou quebrada.

Do total de desperdício no país, 10% ocorrem durante a colheita; 50% no manuseio e transporte dos alimentos; 30% nas centrais de abastecimento; e os últimos 10% ficam diluídos entre supermercados e consumidores.

Há cálculos que escancaram o prejuízo social do descuido com a comida. Em 2002, por exemplo, a safra de hortaliças foi de 15,743 milhões de toneladas, que valem em torno de US$ 2.564 milhões. Considerando a perda média de 35% desses alimentos, estima-se que mais de 5,5 milhões de toneladas deixaram de alimentar os brasileiros. Para a sociedade, um prejuízo de US$ 887 milhões.

Esse desperdício ajudaria a matar a fome de 53 milhões de pessoas no Brasil.

Texto original de o Correio Braziliense

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Violência tem jeito?

Claro que violência tem jeito. Dizem os entendidos que só não há jeito para a morte. Mas há solução sim para a morte. Jesus Cristo. Diz a Biblia: Tragada foi a morte pela vitória!

Na situação atual em que vivemos, carecemos de medidas enérgicas e corajosas para minimizar o grave problema da violência no Brasil. São muitas as opiniões, contudo sugiro algumas que, se tomadas, tenho certeza de que teríamos uma vida de mais tranquilidade e paz.

Primeiro, o governo do país deveria determinar a instalação urgente da policia cidadâ em todas as cidades do Brasil. Teríamos a presença constante da policia em todos os quadrantes das cidades, numa ação diária, em contato amigo com todos os brasileiros. De forma pacífica e humana, procurando participar da vida social da comunidade. Precisamos aprender a ver no policial um amigo e para isso, grande parte deles precisam ser re-educados. Precisam entender que estão ali para servirem à população que é quem paga seus salários. É um estigma forte, mas que precisa ser mudado.

Segundo, realizar um plebiscito e aprovar a pena de morte para crimes hediodos com prisão em flagrante delito. Assalto, estupro e sequestro com morte, se flagrados, punição sumária com pena de morte. Já pensaram, no jornal das 20 horas o reporter, em rede nacional, anunciar os crimes hediodos praticados no dia, com punição de pena de morte? Será que os bravios assaltantes matadores não pensariam duas vezes antes de delinquir? Precisamos acabar com essa tolice de valores cristãos e de direitos humanos para bandidos. Ora, quem mais matou gente, conforme relato da Bíblia, com autorização de Deus, foi Davi, como rei de Israel, ou seja o Estado tem autoridade constituida por Deus.

Terceiro, construção de uma penitenciária agricola nacional, numa área já desmatada da amazônia, com capacidade para acomodar toda a carga carcerária do país. Muros com 60 metros de altura e 60 de profundidade, rodeados com uma vala de 30 metros de largura, com água e povoada de jacarés. Por cima, cabos de aço, ligados à alta tensão de 130 mil volts, que queimam com a simples aproximação de qualquer corpo. Assim seriam evitados possiveis pousos de resgate. A estrutura desta penitenciária seria similar ao projeto das vilas rurais da Serra do Mel, no Rio Grande do Norte. Uma vila para cada Estado Brasileiro, cada uma de conformidade com o total de presos de cada estado.

Oficinas de trabalho, carpintaria, marcenaria, mecânica, solda, rural e informática. Todos os presos deveriam trabalhar para pagar sua estadia, alimentação e também para garantir o sustento de seus familiares. Quem não trabalhar não come. Toda a produção das oficinas de trabalho desta grande penitenciária seria comprada pelo governo. Nós, cidadãos, deixariamos de pagar esta injusta conta, que, por sinal, é caríssima.

Serviço de inteligência funcionando lá no local. Transportados para lá também, vários Fóruns, com toda estrutura, advogados, juizes e promotores, que ficariam alocados numa vila próximo ao complexo penitenciário. Tudo informatizado, cada preso com sua ficha eletrônica com número, sua conta bancária, acompanhamento por psicólogos e profissionais de todas as áreas de conformidade com as oficinas. Igrejas seriam construidas, no projeto de cada vila.

Todos os presos trabalhando, porque sem trabalho não há dignidade. Ao final de cada pena, cada preso sairia com seu diploma. Aqueles que escolheram trabalhar na agricultura, por exemplo, e que passaram todo tempo de pena, plantando, aprendendo todas as técnicas e principalmente sendo motivados pelo lucro de suas produções, receberiam uma gleba de terra administrada pela verdadeira reforma agrária.
Cidades como Rio, São Paulo, Salvador ou Natal, Fortaleza ou Mossoró não chorariam mais a dor de perder um ente querido, com a banalidade da violência de hoje. Não. Em qualquer cidade brasileira, os habitantes poderiam armar suas redes e dormir em praça pública, porque todos os bandidos já estariam longe, na penitenciária da Amazônia. Carceragem feminina para mulheres, masculina para homens, todos trancafiados conforme o grau de seu delito. Tudo monitorado por câmeras e filmado durante as 24 horas. Os presos de bom comportamento e que desenvovessem bem suas tarefas, receberiam autorização para visitar seus parentes, duas vezes por ano, depois de triagem elaborada por psicólogos. Cada detento sairia com uma pulseira eletrônica no braço, controlada por satélite.
Já pensaram na paz reinando em todos os recantos do nosso Brasil?
Dinheiro para construir este projeto não teria nenhum empecilho junto a organismos internacionais.

A administração seria feita por um conselho de 12 juizes, com decisões tomadas através do voto destes conselheiros. Já pensaram quantas vagas não surgiriam em concursos para os profissionais que iriam trabalhar na vila da penitenciária?
Tenho certeza de que, passados alguns anos, outros países desejariam copiar este projeto.

Até um nome já tenho. PARAM - Penitenciária Agricola de Resocialização do Amazonas.
Ai sim, o nosso Presidente poderia vir para a Televisão e falar em rede nacional: "Anuncio ao povo brasileiro que resolvemos, em definitivo, o problema da violência em nossos país. Construimos um local para os criminosos do nosso país. Agora eles PARAM."

Sim, porque do jeito que está, não dá para continuar.

Claro que este seria um projeto para remediar o estado "de guerra" em que vivemos. Porque para resolvê-lo definitivamente, numa projeção futura, somente através da busca de outros valores, nos quais se inclui a educação, saúde, moradia, trabalho, amor e família, idéia de Deus.